quinta-feira, 30 de março de 2017

Cães, ainda ...

John e Jenny são dois jovens apaixonados que se decidem casar. Vivem uma vida sem grandes preocupações e são os dois repórteres.
Logo após o casamento, John e Jenny escapam do inverno rigoroso de Michigan, e vão morar numa casa no sul da Flórida, onde são contratados como repórteres de jornais concorrentes.

Quando John sente que Jenny deseja ter um filho, um colega de trabalho, sugere que adotem um cão para ver se realmente estão preparados para se tornarem pais. De uma ninhada de labradores amarelos, John e Jenny escolhem adotar Marley (nome escolhido em homenagem ao cantor de reggae Bob Marley), uma bola amarela de pelo que rapidamente se transforma num labrador enorme de 43 quilos. Marley babava-se todo por cima das visitas, abocanhava os sapatos, arrombava portas, roubava roupa feminina e de nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário. No entanto era muito dócil e fiel aos seus donos.


O casal tenta levar o cão a aulas de adestramento mas quando Marley se recusa a obedecer qualquer ordem ele é expulso das mesmas.
Alguns anos depois, Jenny resolve ter um filho, porém perde o bebé, e começa a entrar em depressão. Então o casal vai viajar e deixa o cão na casa de amigos. Durante a viagem Jenny engravida, e nove meses depois nasce Patrick.
Nos anos seguintes Jenny tem Conor e a pequena Collen, e Marley vigia as crianças e cuida deles,  apesar de roubar comida do prato das mesmas na hora do almoço.
Ao completar 13 anos de vida, Marley começa a ter problemas no quadril e de  audição. Durante esses anos, o cão nunca deixou de esperar por John à porta. John compreende então que é tempo de o cão descansar, pega em Marley e leva-o ao veterinário. A única opção era sedá-lo, já que este era muito velho para fazer uma cirurgia. 
E assim, Marley foi sedado enquanto dormia, e morreu sem dor e feliz ao lado do dono.

“Marley & Eu: A vida e o amor do pior cão do mundo", John Grogan

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